sexta-feira, agosto 11, 2006

Bolo de Chocolate

Conversava com dois amigos meus, que tinham acabado de se conhecer. Ele contava-lhe que se tinha apaixonado por uma colega de trabalho numa empresa onde eu e ele tinhamos trabalhado.

O meu amigo: Ela já trabalhava lá há muito tempo e eu nunca tinha reparado nela.

Eu: Ela fazia trabalho temporário. Ela trabalhou lá só 2 ou 3 meses.

O meu amigo: Ok. No primeiro mês nunca reparei nela.

A minha amiga: Já estou a ver. Não reparaste nela no 1º segundo ou na 1ª hora.

O meu amigo: Pronto. Não reparei nela durante um tempo. Depois reparei que era uma miúda com um cabelo estranho.

Eu e a minha amiga: (risos)

O meu amigo: Depois alguém fez anos e levou bolo de chocolate. Foi nesse instante que começamos a falar. Falamos sobre o bolo que era bom. E depois olha...

Eu: Espera aí... enquanto ela lá trabalhou eu fui a única que fez anos e levei o meu bolo de chocolate!

A minha amiga: A culpa então foi do teu bolo. (risos)

O meu amigo: O que puseste no bolo?



Bem, eu digo sempre que o segredo dos meus bolos que, modéstia à parte, são sempre gabados, é confeccioná-los com amor e carinho. Longe de mim imaginar que esse amor e carinho seriam contagiosos.

Quem diria que os meus bolos de chocolate poderiam despertar paixões?

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 11:09 da manhã

4 Comments

  1. Blogger HatA/mãe posted at agosto 12, 2006 2:20 da tarde  
    Vim pintar o silencio...pintando um beijo de sadades.
  2. Blogger Ivo posted at agosto 14, 2006 10:24 da manhã  
    Sendo assim.... Será que posso encomendar um desses teus bolos?! :)

    Boa Semanita!!
  3. Blogger Ivo posted at agosto 14, 2006 10:39 da manhã  
    abelhinha , sabes.... acredita que não!! Era mesmo para a pessoa certa... alguem importante!!
  4. Blogger AnaCristina posted at agosto 24, 2006 11:30 da manhã  
    Olá Abelhinha, desculpa andar desaparecida mas tive estranha e já voltei ao normal...

    Bolo de chocolate? Adoro...
    Sabes o que, segundo o meu marido, o fez apaixonar-se por mim? Um chá... Só não se lembra que o chá foi uma forma de tratamento de uma gripe e que ninguém mais cuidou dele senão eu...
    Há sempre um bode expiatório!

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