quinta-feira, novembro 30, 2006

André Sardet II - Estás Perdoado

Depois da publicação do meu post anterior fui procurar a letra toda de "Feitiço"

E encontrei esta quadra:

"Eu gostava de ser como tu
Não ter asas e poder voar
Ter o céu como fundo
Ir ao fim do mundo e voltar"

A pessoa em causa deve dar no Red Bull, no mínimo... e ele até tem ar de ser ajuízadinho...

Está tudo explicado! O Pior é que ele se está a deixar-se corromper pela tentação.

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 6:14 da tarde 2 comments

André Sardet

Já repararam na letra de "Feitiço" de André Sardet?

Às páginas tantas ele diz:

"Não sei o que me aconteceu, foi feitiço o que é que me deu, para gostar tanto assim de alguém como tu"

Acho esta frase de um enorme mau gosto...

Será que a pessoa de quem ele gosta vale tão pouco que ele precisa de um feitiço para gostar tanto assim de alguém como ela?

Este é o tipo de frase que eu diria num momento de raiva a um tipo a quem me apetecesse chamar nomes feios.

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 5:28 da tarde 4 comments

terça-feira, novembro 28, 2006

Esta sou eu

Mamã,

Esta és tu com um chapéu muito grande, a boca a sorrir.

Tens uma mão no bolso e estás com as calças de ganga.


Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 5:36 da tarde 3 comments

Objectos

Há algum tempo atrás aqui desafiava-se a expor os nossos objectos de culto.

Hoje deixo neste espaço os objectos que são meus siameses.




Dedico este post à única pessoa que leu tudo o que foi escrito neste caderno.

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 5:23 da tarde 1 comments

segunda-feira, novembro 27, 2006

E se um presidiário fugisse...

Fomos almoçar ao Cascais Shopping. No regresso o condutor diz:

- Vamos pela estrada preferida da Abelhinha.

Outros colegas acharam a estrada estranha e apertada.

estrada


A dita estrada passa ao lado do Estabelecimento Prisional do Linhó.

Aproveitei para contar que certo dia ao passar por lá, vi um sujeito a sair a correr pelo portão. Confessei que medrosa como sou, tive que racionalizar para pensar que um presidiário não fugiria de fato de treino.

E confessei também que teria dificuldade em morar na Beloura, mesmo sendo ums zona super in por estar tão perto da prisão.

A conversa começou a desenrolar-se sobre o tema:


Se um preso fugisse em quê que pensava primeiro


Claro as cada um pensava primeiro numa coisa diferente.

Meu caro leitor, se estivesse preso 10 anos e um dia fugisse, em quê que pensaria primeiro?

Eu iria à Beloura gamar um Mercedes para fugir mais depressa.



Se fugisse da prisão após 10 anos de cativeiro em quê que pensaria primeiro?
Correr o mais que depressa que conseguisse
Em gamar um Mercedes para fugir mais depressa
Ter sexo com a mulher do guarda prisional que lhe fez a vida negra
Ter sexo com a primeira mulher que lhe aparecesse à frente
Fugir para quê? é quente e tenho comida e roupa lavada.
= ver resultados =

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 7:48 da tarde 1 comments

domingo, novembro 26, 2006

De cara lavada

Além de apresentar o meu blog de cara lavada, apresento um pouco de mim...

... os meus dedinhos dos pés...

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 11:20 da tarde 2 comments

quinta-feira, novembro 23, 2006

A sopa

Hoje sinto-me como a sopa aquecida no micro-ondas...

... quente por fora, fria por dentro

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 6:24 da tarde 4 comments

terça-feira, novembro 21, 2006

Lavar os Dentes

A hora a que gosto mais de lavar os dentes é depois de almoço.

Não sei porque é que pensei isto hoje, mas de facto é uma realidade.

Será que toda a gente gosta de lavar os dentes? Será que toda a gente lava os dentes?

Gostaria da vossa opinião...

Que tipo de preferência na lavagem de dentes tem a minha blogosfera?


Quando gosta mais de lavar os dentes?
De manhã logo que acordo
À hora de almoço, de preferência com colegas ao lado
À noite antes de me deitar
Lavo os dentes mas não gosto
Dentes? Isso lava-se?
= ver resultados =

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 8:00 da tarde 3 comments

Conversas de Corredor

- O teu bolinho ontem teve mais directores do que o jantar de Natal do ano passado.

- Acho que nunca tinha visto tanta gente desta empresa na mesma sala.

Confesso: estou babada.

(É impressão minha ou o meu blog é um chorrilho de futilidades hoje?)

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 6:52 da tarde 2 comments

Cúmulo do "Uma no cravo outra na ferradura"

- Não devo ir, mas espera por mim!

Devo levar uma cadeira?

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 6:23 da tarde 0 comments

Em casa de ferreiro espeto de pau

Ontem foi um dia especial.

À hora do lanche o conforto de ver quase a empresa toda a cantar parabéns e à espera de comer os meus bolinhos.

Foi feliz ouvir a galhofa do: "Será que esta sala aguenta com todos?"

Senti-me muito bem. Senti como uma retribuição de tantas vezes me ter esforçado para que os outros se sentissem mimados. Senti que valia mesmo a pena.

Cheguei a casa e jantei.

No entanto depois de jantar vi como fracasso dentro de 4 paredes, ao não conseguir que a minha mãe se sinta amada, se sinta querida, se sinta indespensável para a minha vida.

Não sei que seria de mim sem a minha mãe e todos os que me rodeiam sabem disso menos ela.

Onde estarei a fazer mal? Porque será que ela não acredita quando lhe digo que a amo imensamente e que me preocupo de morte com a saúde dela? Porque será que ela não sabe que sem ela nada sou?

Na sua solidão, empurrou-me, empurrei-a, empurramo-nos.

Enquanto eu esperneava que necessito dela mais do que qualquer outra coisa, ela dizia-me que não sirvo para nada e que sem mim a vida dela pernaneceria igual, melhor até, seria apenas menos uma pessoa a incomodá-la com os horários dos medicamentos e as análises que insistentemente ela não faz; seria menos uma inimiga em casa.

Falhei.

Devia amá-la melhor, mimá-la melhor, abraçá-la melhor...

Em casa de ferreiro espeto de pau.

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 1:00 da tarde 0 comments

segunda-feira, novembro 20, 2006

A dedicatória

Finalmente um pouco de tempo para falar do meu almoço da passada 3ª feira. Foi um almoço engraçado e não queria deixar passar em branco.

A hora combinada era 13h10, algures no Tivoli Forúm ou lá como se chama aquele poiso de lojas caras da moda.

O reconhecimento seria feito atráves de uma breve dsecrição do que levavamos vestido e um kristh que dá sempre jeito: "levo na mão o teu livro".

Lá estava eu de livro na mão. A rosa vermelha dispensou-se, porque era apenas um blind encounter e não um blind date.

Era um momento curioso, que se iniciou quando recebi um mail há uns meses atrás que me dizia: "gostava de te escrever uma dedicatória no meu livro, afinal dois dos meus contos foram inspirados pelo teu blog, um pelo desafio, outro por algo que escreveste".

Acho que para ambos a ideia do encontro não era muito simpática, mas a ideia de mandar livros para trás e para a frente via CTT era mais antipática ainda.

- Olá, deves ser o Rspiff.
- Olá Abelhinha. De facto o livro dá jeito.
- Não é a toa que é sempre um lugar comum que é usado.

A conversa seguiu sobre encontros de pessoas com quem o primeiro contacto foi na internet.

No entanto a meio da conversa, o reconhecimento parecia feito e já falavamos como quem conta novidades e não como quem se conhece, resultado talvez de quase um ano de partilhas nos blogues e no msn.

Daquilo que me toca valeu a pena ter feito a exepção de ter corrido este "risco".

Finalmente tenho o meu "Vocês Sabem Lá" com uma dedicatória especial para mim.

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 12:20 da tarde 0 comments

sexta-feira, novembro 10, 2006

Lições do Destino: Planeamento

Quem bem me conhece sabe que tenho muita dificuldade em não planear, a não pensar e re-pensar as tudo o que diz respeito à minha vida.

Será justo dizer que já conheço de cor a expressão de cada um dos meus amigos quando me dizem:

- Não planeies...
- Deixa correr...
- Não penses demasiado...
- Não estejas já a fazer filmes...
- Isso é desgastante...

(Convém fazer a ressalva que sou paga para planear e para prever tudo o que pode acontecer se alguém resolver carregar num botão na aplicação XPTO, quais os impactos disso no trabalho de Fulano, Sicrano e Beltrano, ...)

Ultimamente em alguns aspectos da minha vida tenho evitado esse planeamento, embora nem sempre consiga.

Pois bem...

Ontem ou anteontem já não sei bem, comecei a planear que hoje teria que fazer um telefonema, que, embora previsse a resposta, a mesma me assustava.

Como planeei e sabia qual a resposta que esperava, já tinha também planeado a contra-resposta. Estava tudo programado. Até a hora em que ia telefonar. Enfim... o filme estava completo.

(Profissionalmente diria que o Processo estava concluído)

Estava a preparar-me para sair de casa, a pegar nos 13247657672348 telemóveis que actualmente me acompanham diariamente, quando ouço uma voz a sair da minha carteira.

Pensei:

- Olha, tenho que ir a um terapeuta que esta história de estar a pensar no telefonema me está a causar alucinações auditivas. Até parece que a minha carteira está a falar. Vais ver que se eu pegar no telefone do qual ia fazer o tal telefonema, a voz está a sair dele.

Procurei na malinha do Sport Billy e no meio da parafernália de coisas lá encontrei o telefone de onde saía a voz.

- Tou? Tou? Tás ou não estás? - dizia a voz
- Estou?
- Estás? Também eu há não sei quanto tempo. Então ligas e depois não dizes nada?

Era a pessoa para quem eu ia ligar. Não sei como o telefone com o teclado desbloqueado fez a ligação exactamente para este número, que se encontra no meio da lista telefónica e não estava na lista das últimas chamadas.

A conversa decorreu de forma muito sorridente. Até que puxei o assunto que tinha tão bem planeado. A resposta não foi a que eu previa, mas também não foi a resposta inversa. Era a única resposta que eu não tinha previsto e foi, apesar de não ser a desejada, muito agradável.

Moral da história: Surpresas agradáveis tendem a acontecer quando não planeamos.

(Dedico este post a quem tanto me tem aturado estes últimos dias com este assunto e que tem tentado meter-me a todo o custo esta moral da história na cabeça. 33728572 23670-83 23456 366763. Será que foi desta que aprendi?)

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 7:53 da tarde 5 comments

Lições do Caminho: Coincidências

Hoje resolvi ir até Cascais de comboio.

Infelizmente, como esse não era o meu plano inicial, não fui armada com nenhum livro, mas levava musiquinha no bolso, já dava para adoçar a minha própria companhia.

Ao entrar no comboio decidi que me queria sentra numa janela que me permitisse fazer o trajecto virada de frente do lado em que visse o mar.

Só havia um lugar com estas características livre. Pedi licença ao senhor que se sentava na coxia para passar e agradeci.

Ao colocar-me confortável, procurei uma posição que me permitisse ir de perna cruzada sem incomodar o senhor. Tentei, mas ele sentiu-se incomodado por algum motivo que não percebi qual e a resmungar levantou-se e mudou de lugar.

Fiquei satisfeita, porque o senhor até cheirava mal, embora tenha lamentado momentaneamente não ter ouvido o seu queixume, por estar com os auscultadoers nas orelhas.

Depois de um longo passeio que me levou de Cascais até S. João do Estoril e novamente até ao Estoril, seguido de um outro que me levou do Cais de Sodré até ao Chiado, entrei no metro para ir ter com a minha mãe ao comboio da ponte e não é que o dito senhor se vai preparar para sentar á minha frente?

Ia, mas n sentou. Mais uma vez resmungou e mudou de lugar. Desta vez ainda tentei tirar os auscultadores a tempo ed o ouvir, mas não consegui!

Moral da história: o senhor cheirava mal e também lhe causei repulsa!

Esta moral da história parece-me melhor do que a que reza que se o destino me juntou 2 vezes no mesmo banco com este senhor é proque temos uma missão na vida do outro. A não ser que a minha missão seja manda o senhor tomar um banhinho...

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 6:21 da tarde 0 comments

quarta-feira, novembro 08, 2006

Tem lógica...

Mamã,

Essa bolsa azul é grande é para adultos.

Esta bolsa cor de rosa é pequena é para crianças de 4 anos.

O que está dentro da bolsa azul é importante para adultos, é dos adultos

O que está dentro da bolsa cor de rosa é importante para crianças de 4 anos, é das crianças de 4 anos.

Os papeis que estão dentro da bolsa azul são teus.

O MP3 que está dentro da bolsa cor de rosa é meu.

Combinado?

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 4:19 da tarde 3 comments

terça-feira, novembro 07, 2006

Muito à frente...!

- Mamã, o Gonçalo Viegas é o meu marido.

- Sim? Quando é que casaste com ele?

- Mamã, és uma tontareca! Ainda não casamos. Primeiro ele vai crescer, depois eu vou crescer e depois vamos casar. Quero um vestido branco, com um véu branco e flores na cabeça.


Bem, parece que tenho que pensar em escolher o meu vestido para a grande boda. Afinal não é todos os dias que a nossa única filha se casa!

E eu a pensar que a minha preocupação seria a carta para o Pai Natal.

Posted by Marília Pamies - Cake Designer at 7:55 da tarde 1 comments